Archive for julho, 2010
Nos próximos quatro anos, o ensino médio deve ocupar o primeiro lugar na pauta da educação brasileira. Não há escolha: ou o país enfrenta a grave crise que atinge a escola oferecida aos jovens de 15 a 17 anos ou vai condenar a “morrer na praia” um contingente crescente de crianças que vêm ingressando no sistema público e conseguindo concluir o ensino fundamental, com qualidade um pouco superior que a de períodos anteriores.
Os números do ensino médio atualmente são muito ruins. Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos estão na escola, mas só metade destes cursa a série correpondente à sua idade. De 10 milhões nessa faixa etária, apenas 1,8 milhão conclui o 3º ano do ensino médio, e só 9,8% dos que estão no 3º ano aprenderam o que é esperado para essa série, segundo critérios no movimento Todos Pela Educação.
Como educador de uma escola de engenharia, o mercado financeiro causava grande frustração nos anos pré-crise. Naquele período, o mercado financeiro essencialmente monopolizava a contratação de egressos dos cursos de engenharia.
Um egresso com essa formação poderia perfeitamente se posicionar nesse mercado, sendo uma evidência de sua versatilidade profissional. Entretanto, me questionava: por que ensinar conteúdos programáticos de um curso de engenharia se o estudante migrava invariavelmente para o mercado financeiro, ignorando grande parte da sua formação técnica?
A crise tenha talvez dado a contribuição mais importante para resgatar o ensino universitário e endereçar essa questão. No pós-crise, diminuíram as oportunidades no mercado financeiro, ruindo o deslumbramento dos estudantes com a área. Resgatou-se a economia real, aquela que se baseia no crescimento da produção, inclusive produção intelectual.
Prof. Roney Signorini
Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Embora com 64 anos de idade, e não entenda nada de armas nem de munições, começo a pensar na possibilidade de fazer um curso sobre esses artefatos, tiro ao alvo, defesa pessoal, e comprar revistas especializadas. Quem sabe iniciar por estágios em “paint ball”. O mais perto que chego sobre algo contundente é o velho estilingue e nunca consegui sequer acertar um pardal, na infância.
Mas, cá pra nós, o futuro se avizinha em escuridão, preto total, de onde precisarmos todos nos tornar Senhor da Guerra ou Senhor das Armas.
Essa foi minha percepção ao ler notícia no site R7 Notícias (veja aqui) sobre as declarações do candidato do PSOL à presidência nas próximas eleições,Plínio de Arruda Sampaio, mais um que começa a dar tiros pra todo lado, nas quais ele “defende o fim das escolas privadas”, querendo tornar o sistema educacional totalmente público. Valha me Deus ! É o que faltava para uma festança, tipo farra do boi educacional.





