Archive for abril, 2010

Ana Tereza Pinto de Oliveira

Ana Tereza Pinto de Oliveira

Profa. Ms. Ana Tereza Pinto de Oliveira

Dias atrás li neste sítio interessante e curioso artigo, apócrifo, a respeito de um estudante que se envolvera com questão de Física e devia dar solução a uma medição da altura de um prédio com um barômetro. Vale a pena (re)ler.
A narrativa envolve três personagens: o universitário, o docente que propusera um problema de prova – e sua consequente avaliação –, além de outro docente chamado a “fazer a revisão da nota” atribuída, que fora zero, pelo inconformismo desafiador do estudante “prejudicado”.

Instigada por uma paronomásia (emprego de palavras semelhantes no som, porém diversas na significação), fiz uma reflexão a partir da leitura de Barômetro, induzida por outras sobre as gerações mais recentes, que pesquisadores e profissionais de RH, pedagogos e psicólogos vêm fazendo sobre as gerações de final de alfabeto – as chamadas gerações X, Y e Z. Esses profissionais estão tentando entender o comportamento de crianças e jovens multitarefas, que fazem muitas coisas simultaneamente e, colaborativos e ágeis, compartilham ideias com facilidade, mostrando-se acostumados a um ambiente de mudanças e incertezas.

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Barômetro

Barômetro


O artigo abaixo circula pela internet, lamentavelmente apócrifo.
Nem por isso invalida o seu conteúdo para reflexões de ensino e aprendizagem.

“Grandes espíritos sempre se defrontaram com oposição sem trégua das mentes medíocres – Albert Einstein”.
Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de Meteorologia Física. Tratava-se de avaliar uma questão de física, que recebera nota ‘zero’.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma ‘conspiração do sistema’ contra ele.

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: ‘Mostrar como se pode determinar a altura de um edifício alto com o auxilio de um barômetro’.

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José Pastore – O Estado de S.Paulo – 13/04/10
Prof. de RELAÇÕES DO TRABALHO DA FEA-USP.
www.josepastore.com.br

José Pastore

José Pastore

Não há nada mais frustrador para um jovem do que completar um curso, receber o diploma e não conseguir emprego. Esse é o caso de milhões de brasileiros que se formam em nossas faculdades.
A frustração aumenta em tempos de demanda crescente por profissionais qualificados como ocorre nos dias atuais, por conta da aceleração do crescimento econômico. No meu e-mail, multiplicam-se as mensagens de jovens que expressam o seu inconformismo diante desse quadro contraditório. Por que não conseguem emprego se têm educação muito acima da média da força de trabalho? Leia mais »

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