Archive for novembro, 2009

Jaime Troiano
Jaime Troiano
(continua)
Um dos maiores especialistas em branding e gestão da marca no Brasil fala sobre as lendas e verdades que cercam o tema no país e dá dicas para o desenvolvimento de uma boa estratégia. Há quem acredite que uma boa marca pode salvar a empresa. Mas a escolha do nome é apenas o começo de um processo que levará tempo e exigirá muito trabalho duro e disciplina para dar resultados.
Em razão da extensão, o Editor separou a entrevista em três capítulos. Siga os próximos às segundas-feiras.
Prof. Roberto Rodriguez Gómez – México – 29/10/09
O Brasil está na moda. Distinguido como os próximos locais da Copa do Mundo e da Olimpíada seguinte, mas não apenas por isso. Se manifesta, ainda que diante do cenário da crise, numa economia capaz de competir no campo da concorrência mundial, por ter renovadas capacidades produtivas em áreas como a petroquímica, processamento de alimentos, indústria aeroespacial, combustíveis alternativos, genômica, software, microeletrônica, entre outros.
O potencial para uma grande extensão do Brasil na economia do conhecimento é devido a uma política agressiva de desenvolvimento científico e tecnológico, acompanhado, como deveria ser, da renovação dos instrumentos de modernização e de mudança no setor do ensino superior. Hoje, o sistema universitário brasileiro produz muitos doutores por ano, igual ao conjunto da América Latina. Uma só universidade, a USP, gera anualmente tantos doutores como os produzidos no mesmo período pelo sistema de ensino superior do México.
Não por coincidência, no ranking internacional, com base em indicadores de produtividade
Jornal EL PAIS – Espanha 9/11/2009
AMANDA MARS
A Espanha vive o drama de uma geração que termina um curso com poucas perspectivas para o trabalho – desesperadamente à procura de emprego sem levar em conta as condições, o salário ou insegurança
O dia em que Cristina Carbó participou da sua primeira aula na escola superior de design, Elisava, em 3 de Outubro de 2005, o índice espanhol da Bolsa de Valores chegou a 10.880 pontos. A taxa de desemprego estava em 9.33%, um dos níveis mais baixos das últimas décadas.
O setor imobiliário espanhol lançou naquele ano 716.035 moradias, um número animador para um aluno como ela, recém-chegada aos estúdios de design, especializada em design de interiores, em Barcelona. A Espanha, finalmente, estufava o peito na Europa, com uma taxa de crescimento de 3,4% aquele ano, quase o triplo da zona do euro.
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